Os «leões» cedo ficaram condicionados com a lesão de Benedito (Cristiano foi chamado e cumpriu) e também devido ao facto de atingirem as cinco faltas, apenas com 10 minutos de jogo decorridos. A dupla de arbitragem constituída por Eduardo Coelho e Sérgio Magalhães foi excessivamente zelosa, pese embora tenha existido alguma agressividade das duas equipas na primeira parte (aos cinco minutos já ambas as formações tinham três faltas).O Sporting até controlou o início da partida, com Divanei e Alex a protagonizarem as melhores chances para abrirem o activo, e Arnaldo a dar o mote do outro lado com um remate ao poste. No entanto, num lançamento de Bebé para Arnaldo, os lampiões adiantarem-se no marcador e depois foi a vez de Ricardinho aproveitar um livre de 10 metros para fazer o segundo golo.
Se a tarefa «leonina» já estava difícil ao intervalo, ainda mais ficou quando Ricardinho bisou logo a abrir o segundo tempo. Pouco depois, Divanei devolveu alguma esperança aos «leões», reduzindo a diferença na sequência de um bom trabalho individual. O Sporting cresceu então para uma grande ponta final - desta feita com o rival a atingir as cinco faltas ainda com muito
tempo para jogar - sendo muito rematador mas ineficaz, em grande parte devido à boa exibição de Bebé.A quatro minutos do termo do encontro, Paulo Fernandes colocou Evandro a guarda-redes avançado, e o Sporting conseguiu reduzir por Cardinal (tinha enviado uma bola ao poste um pouco antes), mas César Paulo no lance seguinte fez o 4-2. Alex ainda reduziu novamente (a quatro segundos) mas já não havia tempo para mais no pavilhão Paz e Amizade que esteve novamente repleto de sportinguistas.
O Sporting foi esta tarde a Guimarães bater o Vitória por 0-1, ficando a um empate de revalidar o título no Campeonato nacional de juniores.
rival no Paz e Amizade. Os «leões» mostraram argumentos e muita concentração no primeiro encontro do play-off (à melhor de cinco jogos) e venceram categoricamente os lampiões.
Contudo, só através de um lançamento longo de Bebé para César Paulo é que os encarnados estiveram mais perto de marcar no primeiro tempo. O brasileiro atirou de cabeça ao poste, mas na jogada seguinte, um trabalho entre Deo e Café, deu aos «leões» o 2-0, num golo de belo efeito do ala canarinho. Pouco depois, Divanei bisou, aproveitando um lance estudado, e instalou-se a loucura no Paz e Amizade. No segundo tempo e com a vantagem confortável de três golos, o Sporting foi controlando as operações (Benedito teve também duas intervenções importantes), adoptando uma postura mais defensiva com saídas rápidas em contra-ataque. E seria num erro do Benfica que o Sporting aproveitou para sentenciar a vitória, com Café e Alex a fazerem o quarto golo dos «leões», quando faltavam
11 minutos para o fim. A partir daí e com o Benfica a utilizar o guarda-redes avançado, os encarnados reduziram num ápice a diferença para dois golos mas o triunfo verde e branco neste primeiro round estava assegurado. Pelo que assistimos em Loures o Sporting preparou-se bem para esta final e parece uma equipa com grande frescura em termos físicos, muito coesa e solidária.O segundo jogo da final está marcado para este domingo, pelas 16h30, novamente no Pavilhão Paz e Amizade.
Amido Baldé teve várias claras oportunidades para marcar durante a partida, mas o avançado internacional português não esteve nos seus dias. A primeira, aos 20 minutos, apareceu solto na área, mas rematou por cima. Sete minutos depois, o árbitro deixou em campo Fagner Soares, quando já com amarelo teve uma entrada duríssima sobre um atleta «leonino», a que não correspondeu a respectiva punição disciplinar. O treinador benfiquista «acusou o toque» e retirou-o da partida aos 37 minutos.
A segunda parte começou com o golo do Benfica, por Rúben Pinto ao segundo poste após canto, e o Benfica recuou ainda mais no relvado, levando o Sporting a dominar por completo a posse de bola, mas sem materializar em ocasiões para marcar, à excepção de Amido Baldé, aos 89 minutos, que rematou à figura quando estava já dentro da área adversária. No último minuto de descontos o Benfica fixou o marcador, num lance de contra-ataque.
A equipa de futsal do Sporting garantiu presença na final do play-off depois de ter vencido o segundo jogo da meia-final ante o D. João V. No final do tempo regulamentar a partida estava empatada a três golos, tendo sido desempatada no prolongamento, através de um golo de Deo. Os «leões» passaram à final, onde vão defrontar os Lampiões.
Em partida da 9.º e penúltima jornada da fase final do Campeonato Nacional de Andebol, o Sporting foi até ao Restelo empatar com a turma da casa, a 31 golos.
No primeiro tempo, os «leões»foram mesmo a primeira equipa a marcar, mas rapidamente a equipa da casa tomou posse do marcador, chegando a uma vantagem de três golos (7-4). Aí, talvez se tenha assistido a um dos melhores períodos da temporada «leonina»; entre o oitavo e o 12.º minuto, a turma «verde e branca» esteve irrepreensível a defender e mortífera a atacar, ao marcar seis golos – alguns deles de belo efeito -sem sofrer nenhum, colocando assim o marcador em 10-7. Até aos cinco minutos finais do primeiro tempo, o Sporting manteve sempre a liderança na partida, mas os homens da casa chegariam mesmo à vantagem (17-16), tendo, no entanto, chegado o intervalo com um empate a 17 no marcador.
a ser fatais; de novo o Belenenses voltou a liderar (30-29 e 31-30), mas um golo tardio de Fábio Magalhães evitou que a turma «leonina» saísse do Restelo com uma derrota.
Já sob liderança de Pedro Seabra, regressado depois de ter ajudado os seniores leoninos a conquistar a Challenge Cup, o Sporting assumiu o controlo do jogo e recuperando a desvantagem, acabando por impor-se nos minutos finais. O apito final arrancou com a festa do andebol do Sporting, num fim-de-semana particularmente feliz para os leões. 

Esta vitória , conjuntamente com o anúncio publico da edificação do futuro Pavilhão do SCP,tem de significar uma indiscutivel alteração do rumo iniciado em 1995 com o autoproclamado "projecto Roquette" que significou neste campo um visivel esvaziamento do ecletismo leonino que a actual presidência pareçe querer inverter; devolvendo o Clube á sua vocação histórica e aos seus adeptos!
Um “contingente” de seis ultras superou todas as dificuldades inerentes a uma deslocação à “Polónia profunda”. À nossa espera - no dia que antecedeu o jogo - na verdadeiramente bela cidade de Gdansk tínhamos os nossos mais recentes amigos do Ultras do Lechia de Gdansk, os quais já haviam estado presentes no Hertha de Berlim – SCP de Dezembro último. O dia de Sábado foi aproveitado para conhecer a histórica cidade de Gdansk devidamente guiados pelos amigos do Lechia. 
uma goleada(6-1)que levou os inúmeros elementos da Torcida Verde presentes ao rubro
de 24 horas, certamente determinante para a vitória na eliminatória.
No intervalo do jogo de futebol que juntou um misto de antigos futebolistas do SCP e outra composta por "Amigos de Iordanov" a Torcida Verde presenteou o homenageado com algumas lembranças
adeptos do grande SCP com uma exibição inenarrável, resultando em novo desaire perante o desalento da grande nação verde e branca.
De qualquer maneira o acesso a esta histórica final do Andebol reforça aquilo que na Torcida Verde defendemos ainda que "orgulhosamente sós" durante longos anos que enfatizava a importância decisiva das modalidades, o que ganha maior visibilidade em tempos de "vacas do futebol. .
"Futebol negócio" ilustrado por um "notável e bem apresentado suíno" onde não faltava o distinto charuto.
Temos plena autoridade moral para manifestar nossa indignação uma vez que somos nós adeptos que de forma incondicional estamos com o SCP, suportando estoicamente horários aberrantes, preços dos bilhetes escandalosos. Isto para além do brutal afastamento dos futebolistas em relação ao nosso ideal clubista e dos seus adeptos; os quais são tratados como "emplastros" por essas caricaturas de "cromos da Bola" do triunfal futebol negócio.